Nesse período muita coisa muda, mas o acompanhamento odontológico continua sendo fundamental!

Para crianças

Flúor

Ele ajuda a fortalecer o esmalte dentário, diminuindo o aparecimento de cáries. Mesmo que a criança faça uso de água fluoretada, o odontopediatra pode recomendar um reforço de flúor, com aplicações tópicas feitas em consultório, a partir de um ano de idade.

Selante

Essa resina fluída é indicada em determinados casos, para cobrir os sulcos e fissuras de dentes posteriores, difíceis de higienizar. Também se aplica em consultório, como medida de prevenção, a partir dos 4 anos.

Dieta

O controle da dieta talvez seja a meta mais difícil de ser alcançada, pois envolve mudanças de hábitos de toda a família.

Guloseimas, como bolachas recheadas, são alimentos que contêm sacarose e amido e que têm alto potencial cariogênico, pois retêm o açúcar na boca por mais tempo. Os adultos devem minimizar a sua utilização, restringindo a momentos em que a criança possa escovar o dentes depois de comer.

Traumatismo

É comum a criança cair e bater a boca. Dependendo da intensidade do trauma, se não houver perda total, o dentinho pode ficar mole, escurecer na hora ou mais tarde, e a gengiva pode sangrar.

Caso haja necrose da polpa (nervo), é preciso um tratamento de canal para evitar a perda precoce do dente de leite. O mais adequado, seja qual for a intensidade do trauma, é procurar o odontopediatra para uma avaliação clínica e radiográfica.

Respiração bucal, chupeta e dedo

A respiração bucal e o uso excessivo da chupeta ou hábitos aparentemente inofensivos, como chupar o dedo, prejudicam o crescimento da arcada dentária e podem causar alterações dos músculos da face.

Um acompanhamento odontológico semestral, a partir dos 3 anos, pode prevenir esses problemas.

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